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Produtor Bom Jesus: Trabalho com responsabilidade e dedicação em Porto Amazonas


A agricultora Neusa Maria Gulchinski desde 10 de fevereiro de 1996 trabalha com a família na lavoura. Natural de São João do Triunfo ela e o marido trabalhavam na agricultura, mas não estavam tendo bons resultados. Decidiram recomeçar e foram morar no interior de Palmeira. De lá recebeu uma proposta de trabalho para trabalhar na Fazenda Agropecuária Morro Vermelho, do Sr Inácio Procópio Neto. Desde então ela gerencia a propriedade que fica na localidade de Rio da Areia, interior de Porto Amazonas. Ela trabalha com o marido Sr Adão, filho, nora e mais dois funcionários. A outra filha estuda agronomia em Ponta Grossa.

Na propriedade as atividades são muitas, como o plantio de 245 alqueires de soja, 50 de milho, feijão, silagem para gado, reflorestamento e também nesta safra 85 alqueires cultivados com trigo, além do trabalho com a atividade pecuária (gado de cria/recria).

De acordo com o primeiro levantamento do Departamento de Economia Rural – Deral - o aumento de 71,1 mil hectares (17%) no plantio de milho de verão, passou para 484,9 mil hectares. E a produção deve crescer 28% para 4,349 milhões de toneladas, também se recuperando das fortes perdas do ano passado. Quanto ao milho, à expectativa para a produção é grande. “Na safra anterior o rendimento foi em média de 380 sacas por alqueire, contudo as condições climáticas não terem favorecido a lavoura. Hoje a perspectiva para uma boa colheita é grande”, comenta dona Neusa, que também espera que “para a safra de trigo, este ano a lavoura vai produzir o que esperamos, pois a última safra foi ruim, produção baixa e muito prejuízo”.

Em todos os lotes de terra da propriedade é realizado o sistema de rotação de cultura, que envolve o cultivo de diferentes espécies numa mesma safra e, portanto, aumenta o número e a complexidade de tarefas na propriedade. A prática exige o planejamento do uso do solo segundo princípios básicos, onde deve ser considerada a aptidão agrícola de cada gleba onde será adotada a rotação de culturas. “Para uma lavoura prosperar é preciso estar presente no campo, o cuidado começa desde o planejamento da área de plantio até a venda do produto. Não deixo para comprar os insumos/sementes para última hora. Terminando uma safra já planejamos a outra. Desde a semente comprada com antecedência e para as compras dos demais produtos, são colocados prazos para realizar todas as fases da safra que vai chegar”, diz a gerente.

Além de gerenciar a propriedade, ela também desenvolve atividades durante o plantio e colheita dos grãos, é responsável pela manutenção do maquinário agrícola e do escritório. Quem chega ao local vai encontrá-la dirigindo um trator, colhedeira, caminhão, tudo que se possa imaginar. Talvez por isso em algumas ocasiões, as pessoas que chegam ao lugar se assustam dela ter tantas responsabilidades e um cargo de gerência. “Ainda vivemos num mundo machista, mas as coisas mudam. Existe a desconfiança e até o medo da mulher executar uma tarefa melhor que um homem. Isso é besteira, mas tem gente que acha que mulher não sabe comandar ou não deve ter uma oportunidade igual à de um homem. Eu gosto do que faço. Nos dias que não tem alguma coisa para fazer na plantação não me sinto bem, me dá dor de cabeça e no corpo. Mas quando começam as épocas de trabalho me sinto melhor”, finaliza.

Cultura de trigo.

Neusa Maria Gulchinski e o colaborador da Bom Jesus do entreposto de Palmeira Rivadalfi Maciel de Oliveira Junior.

Fazenda Agropecuária Morro Vermelho, interior Porto Amazonas.

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