• Com informações FAEP e Agência Brasil

O principal manejo contra a ferrugem asiática é o vazio sanitário


A Ferrugem asiática continua sendo uma das doenças de maior importância da cultura da soja devido ao seu elevado potencial de perdas na produtividade.

Os estudos mostram que os danos podem variar de 18 a 91%, dependendo das condições climáticas e do estágio de desenvolvimento da cultura de soja. O clima ideal para o desenvolvimento da ferrugem são períodos de chuva, presença de orvalho e temperaturas noturnas amenas. A próxima safra 2017/2018 promete ser mais propícia para o aparecimento da ferrugem, já que está previsto um fenômeno El Niño a partir da primavera.

Os agricultores do Paraná estão proibidos de plantar ou manter plantas vivas de soja no estado, no período de 15 de junho a 15 de setembro. É o período do vazio sanitário – sem plantas de soja em propriedades rurais e estradas.

Em nota, a Secretaria da Agricultura explicou que o objetivo da medida é evitar ou retardar ao máximo o aparecimento do fungo causador da ferrugem asiática, doença que ataca a cultura e causa sérios prejuízos aos produtores. O Paraná é o segundo maior produtor de soja do país, com volume de produção de 15,26 milhões de toneladas de grãos e área plantada de 4,5 milhões de hectares.

A proibição do plantio de soja nesse período ajuda a melhorar a competitividade da cultura, além de garantir a sanidade da lavoura no Paraná. Os benefícios para o produtor que adota a medida vão da redução no custo com fungicidas ao ganho de produtividade e melhor qualidade do grão.

Essa ação fitossanitária nas lavouras de soja é adotada no Paraná desde 2007 para evitar a incidência da ferrugem asiática.

A engenheira agrônoma Maria Celeste Marcondes, responsável pela área de Grandes Culturas do Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária (Defis) da Secretaria da Agricultura alerta os transportadores para que verifiquem se as carrocerias dos caminhões estão bem vedadas e tomem os devidos cuidados para não derrubar grãos nas estradas. A ideia é evitar que nasçam plantas nas margens das rodovias, que podem servir de hospedeiras do fungo.

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