Horticultura: alternativa de renda no meio rural

23/06/2015

 

 

A horticultura tem aumentado sua área de produção nacional e a rentabilidade atrai novos produtores. Grande parte dos alimentos é produzida na agricultura familiar devido à disponibilidade de mão de obra no meio rural, o preço da terra e também as condições climáticas, naturais ou associadas a tecnologias.

 

O cooperado Adriano Zaléski vive da horticultura. Morador da localidade de Faxinal dos Rincão, interior de Palmeira, tem como principal renda da família a produção de alimentos. Na propriedade de quatro alqueires, 1,5 alqueires é destinada a horticultura.

 

Os alimentos produzidos pelo agricultor são: couve-flor, alface, brócolis, cenoura, cheiro verde e principalmente tomate, cebola e repolho. Ele comercializa sua produção na segunda, terça, quinta e no sábado em Palmeira e também nos mercados em Ponta Grossa. De acordo com ele, os preços estão bons e o mercado tem aceitação dos produtos.

 

 

Os preços de hortaliças e verduras aumentaram nos últimos meses. A cebola, por exemplo, no mês de junho acumulou seguidas altas e, neste ano, o preço aumentou até 122,91% em algumas regiões do país.

 

 

Cooperado desde 2011 na Bom Jesus, Adriano não pensa em deixar o meio rural. Meus pais sempre foram agricultores, produzem milho, feijão e soja. Ser agricultor é o legado deixado por eles. Tem momentos que a agricultura desanima, mas nesse momento de crise, a produção de alimentos é o mercado menos afetado e está sendo o que manteve os bons resultados no país, comenta o produtor.

 

 

 

Adriano e o pai, Sr Sergio em uma das plantações.

 

 

 

Saiba mais...

O que plantar no inverno?

Junho: almeirão, cenoura, nabo, beterraba, rúcula, alho, chicória, agrião, couve-flor, brócolis e repolho de inverno.

Julho: almeirão, rúcula, alho, alface, rabanete, chicória, beterraba.

Agosto: jiló, berinjela, pimenta, pimentão, tomate

 

Você sabia?

No Brasil cerca de 26 milhões de toneladas de alimentos são desperdiçadas todos os anos. É um dado alarmante, considerando que mais de 7 milhões de pessoas ainda passam fome no país. O desperdício está presente em todas as etapas da trajetória dos alimentos: desde a colheita até o prato do consumidor.

 

 

 

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