Bom Jesus está entre as Melhores & Maiores da Revista Exame

 

Como já se tornou tradição, na edição especial do ranking “Melhores & Maiores – As 1000 Maiores Empresas do Brasil - 2018”, da revista Exame, em circulação neste mês de agosto, cooperativas paranaenses pontuam em diversos quesitos entre as corporações top do Brasil. Na relação das mil maiores companhias, que faz o confronto de desempenhos em vendas líquidas entre 2016 e 2017, aparecem 18 cooperativas do Paraná e, entre as 400 maiores do agronegócio, despontam 19, com a inclusão da Confepar. Por exemplo, entre as 50 maiores exportadoras do ano passado, estão a Coamo, com US$ 1,26 bilhão, na 23ª posição, e a Lar, com US$ 449,6 milhões (47ª), enquanto a Cocamar figura entre os 200 maiores grupos nacionais, em 119º lugar, e, em 176º, a Integrada. Na relação dos dez maiores lucros do agronegócio, a Coamo está em 6º lugar, com R$ 700,3 milhões de lucro líquido ajustado.

 

Bom Jesus - A Cooperativa Bom Jesus continua com seu trabalho sério e transparente e subiu da 855º posição no ano de 2016 e está na colocação 833º em 2017 no ranking das 1000 Maiores Empresas do Brasil. Já na lista das 400 Maiores do Agronegócio Brasileiro, a Bom Jesus saltou da posição 248º em 2016 para 230º em 2017. O crescimento foi de 14,8% em comparação entre os anos, e ainda no ranking de solvência e tesouraria do Sistema Ocepar, a Bom Jesus está entre as 4 melhores Cooperativas do Estado do Paraná. 

 

Vendas - No indicador 50 Maiores por Vendas – Comércio, a Coamo pontua em 16º lugar (R$ 10.510,5 bilhões), a C.Vale aparece em 23º (R$ 6.933,7 bilhões) e a Cocamar (R$ 3.477,6 bilhões) está em 49º.

 

Setoriais -  Ainda segundo o ranking da Exame, a Frimesa, com vendas líquidas de R$ 2,46 bilhões, aparece em 10º lugar no setor Aves e Suínos, enquanto a Castrolanda, com R$ 2,78 bilhões, está na 8ª posição em Leite e Derivados.

Investimentos - Entre as 100 empresas que mais investiram em 2017, a Coamo aparece em 48º lugar, com o montante de R$ 390,5 milhões aplicados na construção de unidades de recebimento de grãos, construção de armazém de insumos, ampliação de capacidade de armazenagem e de beneficiamento em várias unidades no Mato Grosso do Sul, além da aquisição de veículos para a renovação da frota de caminhões, em Campo Mourão (PR). A Lar é outra cooperativa do Paraná que aparece neste indicador, na 57ª posição, com investimentos de R$ 315,7 milhões na construção de oito núcleos de aves matrizes em Santa Helena (PR).

 

Na área saúde, no ranking das 1000 Maiores por Vendas Líquidas, a Unimed de Londrina aparece na 865ª posição.  No indicador Melhores Saúde, a Central Nacional Unimed está em 5º, além de figurar em  4° na Liderança de Mercado, em 8º em Rentabilidade e, em Riqueza Criada por Empregado, em 6º.

 

No ramo crédito, entre o grupo dos 10 com Maior Lucro, o Sicoob Confederação está em 10º e situa-se em 41º na relação dos 200 Maiores Grupos. O Sicredi também desponta neste indicador, na 48ª posição. Entre os 50 Maiores Bancos por Patrimônio, aparecem em 31º o Bancoob e o Sicredi em 40º. No item Depósito em Poupança, nos Indicadores Setoriais do Mercado Financeiro, o Sicredi está em 6º e o Bancoob, em 8º; no Total de Ativo Ajustado estão o Bancoob (12º) e o Sicredi (13º); em Empréstimos e Financiamentos, o Sicredi está em 17º e também figura no quesito Receita de Intermediação Financeira e Serviços, na 15ª posição. Em Riqueza Criada por Empregado, o Bancoob situa-se em 9º e o Sicredi, em 16º. Em Crédito Imobiliário, o Sicredi está em 12º; no Crédito Pessoa Jurídica Total, despontam o Sicredi (7º) e o Bancoob (13º; Crédito para Grandes Empresas, Sicredi (7º) e Bancoob (12º); Crédito para Médias Empresas: Bancoob (13º); Crédito Pessoal: Sicredi (10º) e Bancoob (15º); Crédito Rural: Bancoob (5º), Sicredi (7º); Correntistas, Sicredi (11º), Bancoob (15º); Emissores de Cartões de Crédito, Bancoob (5º), Sicredi (8º).

 

Estes números mostram a força do cooperativismo paranaense e a grande importância da união entre produtores para tornar a Cooperativa mais forte e competitiva no mercado. 

 

 

 

FONTE: Revista Exame

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